sábado, 21 de maio de 2016

Homem invade hotel, tenta matar Ana Hickmann e fere sua assessora

Homem invade hotel, tenta matar Ana Hickmann e fere sua assessora

Fã rendeu sócio da apresentadora, invadiu apartamento no Caesar Business e tentou atirar em Ana. Depois de acertar sua assessora e concunhada, foi morto pelo sócio da apresentadora, Gustavo Henrique

 
    
 postado em 21/05/2016 14:52 / atualizado em 21/05/2016 18:52
Montagem: Gladyston Rodrigues e Reprodução Facebook

Na tarde desse sábado, a concunhada e assessora da apresentadora Ana Hickmann foi atingida por dois tiros no Hotel Caesar Business, no bairro Belvedere, região Sul da capital. A mulher, identificada como Andrea, foi levada para o hospital Biocor e está sendo submetida a uma cirurgia.

Segundo informações iniciais do boletim da Polícia Militar, nas dependências do hotel, o desempregado identificado como Rodrigo Augusto de Pádua, 30 anos, abordou o sócio da apresentadora, Gustavo Henrique Correa, se dizendo amante de Ana Hickman. Com uma arma o obrigou a levá-lo até o apartamento da apresentadora. Quando estava com Ana sob a mira de sua arma, o desconhecido passou a ofendê-la e ameaçá-la,  obrigando-a, juntamente com o sócio e a assessora, a se assentarem em uma cama de costas para ele.

Gustavo entrou em luta corporal com o atirador, que atingiu a assessora de Hickmann com dois tiros, na perna e na barriga. Em seguida, Gustavo teria conseguido desarmar o atirador e o acertou com três tiros na cabeça. O homem morreu no local.

O Hotel Caesar Business, em nota, confirmou que Ana Hickmann foi vítima de um susposto fã e lamentou ter sido o local do ocorrido. O hotel afirmou que está contribuindo com as investigações. Ana Hickmann iria participar de lançamento de coleção autoral de roupas na tarde desse sábado, em Belo Horizonte.

Apesar de ainda não ter feito pronunciamento oficial, a Polícia Militar confirmou que o alvo dos disparos era a apresentadora. 
Aguarde mais informações

quinta-feira, 19 de maio de 2016

EgyptAir volta atrás e diz que destroços não foram localizados

EgyptAir volta atrás e diz que destroços não foram localizados
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Do UOL, em São Paulo
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Após confirmar à rede de TV norte-americana CNN, nesta quinta-feira (19), quetinham sido localizados destroços de seu avião desaparecido no Mediterrâneona madrugada de hoje, o vice-presidente da companhia aérea EgyptAir, Ahmed Adel, recuou nas informações.
Em nova entrevista ao canal de TV, Adel diz: "não era a nossa aeronave".
Com 66 pessoas a bordo, o voo MS804, que ia de Paris para o Cairo, sumiu dos radares sobre o mar Mediterrâneo. As operações de busca foram iniciadas, até que a Grécia divulgou que tinha localizado objetos e possíveis partes de um avião perto da ilha de Creta.
Poucas horas depois, a EgyptAir divulgou um comunicado confirmando a localização de destroços do voo MS804, a partir de trocas oficiais de informações entre os ministérios egípcios das Relações Exteriores e da Aviação Civil. De acordo com a companhia aérea, partes do avião tinham sido encontradas no Mediterrâneo, perto da ilha grega de Cárpatos. 
Algumas horas mais tarde, autoridades gregas negaram a confirmação da EgyptAir e informaram que os destroços identificados no Mediterrâneo não tinham ligação com a aeronave desaparecida. E a EgyptAir voltou atrás em sua primeira divulgação.
"Não eram partes de nosso avião", afirmou Ahmed Adel, vice-presidente da empresa.
O Comitê de Investigação de Acidentes da Aviação Civil da Grécia descartou ainda que existam sobreviventes. O diretor desse comitê, Azanasios Binis, disse que "não há esperanças de encontrar ninguém vivo" e afirmou que "os destroços achados não são do avião da Egyptair".
"Gostaria que tivéssemos encontrado os destroços porque isso nos permitiria localizar o avião e suas caixas-pretas, o que nos levaria a estabelecer as causas" da queda do Airbus, acrescentou.
O Egito agora mobiliza suas autoridades para intensificar as operações de busca na região onde o avião sumiu. O país vai comandar a investigação com a ajuda de autoridades da França, onde o jato foi construído e também o país com o maior número de cidadãos a bordo depois do Egito, afirmou Ayman al-Moqadem, chefe da agência de acidentes aéreos egípcia.

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Avião com 66 pessoas desaparece entre Paris e o Cairo21 fotos

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19.mai.2016 - Familiares de passageiros do voo desaparecido da EgyptAir esperam por notícias no aerporto do Cairo, no Egito. A aeronave partiu de Paris, na França, e tinha a capital egípcia como destino, mas desapareceu dos radares. A empresa aérea comunicou que perdeu contato com o Airbus A320 às 2h45 da quinta-feira, no horário de Cairo (21h45 em Brasília), cerca de 3h30 após a decolagem do aeroporto Charles de GaulleVEJA MAIS >Imagem: Khaled Desouki/AFP

Causa ainda é desconhecida

O voo da EgyptAir de Paris ao Cairo desapareceu dos radares pouco depois de deixar o espaço aéreo grego e minutos após entrar no espaço aéreo egípcio. A aeronave decolou na França às 23h09, no horário local (18h09 em Brasília), com 66 pessoas a bordo (56 passageiros e dez tripulantes), em direção ao Egito.
A maioria dos passageiros, entre os quais estão dois bebês e uma criança, é de nacionalidade egípcia (30) e francesa (15).
Antes de sumir, o avião não emitiu sinais de socorro e realizou "guinadas repentinas", mergulhando no ar antes de desaparecer dos radares sobre o sul do Mediterrâneo.
"Às 3h39 da manhã, o curso da aeronave era sul e sudeste [das ilhas gregas] de Kassos e Cárpatos. (...) Imediatamente depois, entrou no espaço aéreo do Cairo e fez guinadas e desceu como descrevo: 90 graus para a esquerda e 360 graus para a direita", disse Panos Kammenos, ministro da Defesa da Grécia, em uma das primeiras entrevistas sobre o incidente.
O A320 mergulhou de uma altitude de 37 mil pés para 15 mil pés antes de desaparecer dos radares, acrescentou. (com agências internacionais de notícias)

Giro UOL

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sexta-feira, 13 de maio de 2016

governo michel temer

O velho novo governo de Michel Temer: metade da equipe é de ex-ministros

Gustavo Maia
Do UOL, no Rio
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  • Divulgação
    O presidente interino Michel Temer assina notificação para assumir o Governo Federal
    O presidente interino Michel Temer assina notificação para assumir o Governo Federal
Onze dos 23 escolhidos para integrar a equipe ministerial do presidente interino Michel Temer (PMDB) já ocuparam pelo menos uma pasta nos governos Dilma Rousseff (PT), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB).
Vice de Dilma nas eleições de 2010 e 2014, Temer assumiu a Presidência da República na manhã desta quinta-feira (12), horas depois de o plenário do Senado aprovar, por 55 votos a 22, a abertura do processo de impeachment contra a petista, que fica afastada por até 180 dias.
As especulações sobre a composição do novo ministério, reduzido de 32 a 23 pastas, ocorrem desde março, quando a crise política se agravou no país e o PMDB rompeu com o governo Dilma.

Conheça os ministros

Alan Marques/ Folhapress
CASA CIVIL - Eliseu Padilha (PMDB-RS)
O ministro-chefe da Casa Civil será Eliseu Padilha (PMDB-RS), um dos quadros mais antigos do PMDB. Durante o segundo governo Dilma, entre janeiro e dezembro do ano passado, ocupou a Secretaria de Aviação Civil. Pediu demissão um dia antes de o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, seu correligionário, acatar o pedido de impeachment da presidente Dilma. Durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso, foi ministro dos Transportes, entre 1997 e 2001.
Felipe Rau/Estadão Conteúdo
PLANEJAMENTO, DESENVOLVIMENTO E GESTÃO - Romero Jucá (PMDB-RR)
Líder dos governos FHC, Lula e Dilma no Senado e um dos principais aliados de Temer, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) ocupará a novo ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Em 2005, durante o governo Lula foi ministro da Previdência Social por apenas 60 dias. Foi exonerado após uma série de denúncias contra ele. Pernambucano, Jucá foi governador de Roraima de 1988 a 1990, e presidente da Funai de 1986 a 1988. É presidente em exercício do PMDB desde 5 de abril, quando Temer se licenciou do cargo.
Zé Carlos Barretta/Folhapress
FAZENDA - Henrique Meirelles (PSD-SP)
Principal nome na área econômica do novo governo, Henrique Meirelles (PSD-SP) será ministro da Fazenda de Temer quase cinco anos e meio após deixar o governo Lula, no qual foi presidente do Banco Central desde 2003. Em 2005, o cargo ganhou status de ministro. No setor corporativo, foi presidente global do FleetBoston Financial e presidente mundial do BankBoston por quase cinco anos, além de ter presidido o banco no Brasil por mais de uma década. Na política, Meirelles foi eleito pelo PSDB como o deputado federal mais votado de Goiás em 2002, com 183 mil votos, mas não chegou a tomar posse, porque assumiu o BC.
Pedro Ladeira/ Folhapress
CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÕES E COMUNICAÇÕES - Gilberto Kassab (PSD-SP)
Ministro das Cidades de Dilma do início do segundo mandato até o dia 15 do mês passado, Gilberto Kassab (PSD-SP) passará a ocupar o recém-criado Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Ex-prefeito de São Paulo (2006 a 2013) e presidente nacional do seu partido, fundado por ele, Kassab perdeu a disputa para o Senado em 2014 para o agora colega José Serra, de quem foi vice na Prefeitura em 2005.
Alan Marques/ Folhapress
TURISMO - Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN)
Também ex-ministro de Dilma, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) voltará a comandar o Turismo, pasta que ocupou entre abril do ano passado e o fim de março deste ano. Filiado ao PMDB desde 1982, tem a experiência de 11 mandatos de deputado federal consecutivos, foi presidente da Câmara dos Deputados de 2013 a 2015, e é considerado um dos amigos mais próximos de Temer. Perdeu as eleições para o governo do Rio Grande do Norte em 2014.
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
DEFESA - Raul Jungmann (PPS-PE)
O novo ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS-PE), que está como suplente na Câmara dos Deputados, ocupou duas pastas no governo FHC: Desenvolvimento Agrário, de novembro de 1999 a abril de 2002, e de Política Fundiária do Brasil de abril de 1996 a novembro de 1999. Ao longo da vida pública, o pernambucano já presidiu o Ibama e o Incra, foi vereador do Recife e secretário estadual do governo de Pernambuco.
Divulgação
SECRETARIA DE GOVERNO - Geddel Vieira Lima (PMDB-BA)
Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) é o novo ministro-chefe da Secretaria de Governo e ficará responsável pela articulação política. De 2007 a 2010, no segundo mandato de Lula, foi ministro de Integração Nacional. O peemedebista foi deputado federal por cinco mandatos consecutivos (de 1991 a 2011) e contemporâneo de Temer na Câmara. Na Bahia, perdeu duas eleições consecutivas: o governo estadual para Jaques Wagner (PT), em 2010, e o Senado em 2014, para Otto Alencar (PSD), vice de Wagner.
Wilton Junior/Estadão Conteúdo
RELAÇÕES EXTERIORES - José Serra (PSDB-SP)
Anteriormente cotado para assumir outras pastas, como a Fazenda ou a Educação, o senador José Serra (PSDB-SP) será ministro das Relações Exteriores. O tucano foi candidato à Presidência da República duas vezes, em 2002 e 2010. Nos governos FHC, foi ministro da Saúde (de 1998 a 2002) e do Planejamento (1995 a 1996). Também foi governador de São Paulo (2007 a 2010) e prefeito da capital paulista --eleito em 2004, causou polêmica ao deixar o cargo em março de 2006, para disputar o governo estadual.
Tarso Sarraf/Estadão Conteúdo
INTEGRAÇÃO NACIONAL - Helder Barbalho (PMDB-BA)
O novo ministro da Integração Nacional será Helder Barbalho (PMDB-PA), que ocupou duas pastas no segundo mandato de Dilma. Depois de chefiar o Ministério da Pesca e Aquicultura por oito meses, tornou-se ministro-chefe da Secretaria Nacional dos Portos, deixando a pasta no dia 20 do mês passado. Helder é filho do senador Jader Barbalho (PMDB-PA), que faltou à votação do impeachment nesta quinta. Prefeito de Ananindeua (PA) de 2005 a 2013, candidatou-se ao Governo do Estado em 2014, mas foi derrotado por Simão Jatene (PSDB).
Antonio Augusto/Câmara dos Deputados
MEIO AMBIENTE - José Sarney Filho (PV-MA)
Filho do ex-presidente da República José Sarney e deputado federal há oito mandatos consecutivos, José Sarney Filho (PV-MA) voltará ao Ministério do Meio Ambiente, pasta que ocupou entre 1999 e 2002 no segundo governo FHC.

Estreantes na Esplanada

Entre os outros 11 nomes anunciados como ministros, todos estreantes na Esplanada dos Ministérios, há oito deputados federais que participaram da votação da admissibilidade do processo de impeachment de Dilma na Câmara, no dia 17 do mês passado.
Sete deles votaram contra Dilma: Mendonça Filho (DEM-PE), ministro da recém-criada pasta de Educação e Cultura; Ricardo Barros (PP-PR), da Saúde; Ronaldo Nogueira de Oliveira (PTB-RS), do Trabalho; Mauricio Quintella (PR-AL), dos Transportes, Portos e Aviação Civil; Osmar Terra (PMDB-RS), do Desenvolvimento Social e Agrário; Fernando Bezerra Filho (PSB-PE), de Minas e Energia; e BrunoAraújo (PSDB-PE), das Cidades, autor do 342º voto, que autorizou o prosseguimento do processo para o Senado.
Antonio Augusto/Câmara dos Deputados/17.abr.2016
Deputados federais festejam aprovação da continuidade do impeachment
Novo ministro do Esporte, Leonardo Picciani (PMDB-RJ) era líder do PMDB na Câmara --sua eleição foi apoiada pelo governo Dilma. Apesar de orientar a bancada peemedebista pelo voto pró-impeachment, ele votou a favor da petista.
Conhecido como o "rei da soja", o senador Blairo Maggi (PP-MT) passará a ocupar o novo ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ele votou pela abertura do processo de impeachment e pelo afastamento de Dilma na manhã desta quinta.
Anteriormente cotado para o Ministério da Ciência e Tecnologia, o que gerou polêmica, o bispo licenciado e presidente nacional do PRB Marcos Pereira será ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. 
Atual secretário estadual de Segurança Pública de São Paulo do governo Geraldo Alckmin (PSDB), Alexandre de Moraes, será ministro da Justiça e Cidadania. Ele éamigo de Temer.
O chefe do Estado-Maior do Exército, general Sérgio Etchegoyen, será o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência. O órgão será reativado pelo presidente Michel Temer. Etchegoyen foi um declarado crítico da Comissão Nacional da Verdade, instalada por Dilma para investigar possíveis crimes contra direitos humanos durante o regime militar. Ele se irritou em especial após a inclusão do nome de seu pai, o general Leo Etchegoyen, na lista de acusados de crimes.
Conselheiro do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e ex-consultor legislativo do Senado Federal, Fabiano Augusto Martins Silveira será o ministro da Fiscalização, Transparência e Controle, que substituirá a agora extinta CGU (Controladoria-Geral da União).

Advogado-geral da União

Já o promotor de Justiça Fábio Osório Medina, doutor em direito administrativo e mestre em direito público, será o novo advogado-geral da União. O cargo, no entanto, perde o status de ministro.
Medina substitui o antigo ministro-chefe da AGU (Advocacia-geral da União) José Eduardo Cardozo, que deverá continuar defendendo a presidente afastada durante seu julgamento no Senado.

CONFIRA OS 23 MINISTROS DO GOVERNO TEMER

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